“Recebi a recomendação de conhecer e me certificar
em Investigação Apreciativa, para que essa ferramenta seja incorporada ao processo contínuo de planejamento
da Secretaria do Patrimônio. Já deu para perceber como a Investigação Apreciativa é poderosa
no envolvimento de pessoas no processo de planejamento e no acompanhamento da gestão, nas avaliações,
nos planos. Estou bem satisfeito com o que vi neste primeiro módulo e acredito que só vai melhorar. Pretendemos
passar a usar a metodologia de maneira sistemática e de forma permanente”.
Carlos Antonio Morales - Assessor de Gestão Estratégica da Secretaria do Patrimônio do
Ministério do Planejamento
“Conheço a metodologia da Investigação Apreciativa há mais de
dez anos, e já aplico a mesma na
organização em que trabalho. Assim surgiu o interesse
em fazer a Certificação na Unindus, pois achei necessário complementar essa prática com uma parte
mais conceitual. Já tivemos um trabalho concreto aplicando a metodologia, quando desenvolvemos nosso planejamento estratégico
para os próximos dois anos, mas foi na base da prática e da intuição. Por isso a necessidade de
ter essa parte conceitual proporcionada pela Certificação, para completar a formação. Além
disso, estou rememorar alguns princípios fundamentais que norteiam a metodologia. A presença na certificação
é muito válida”.
Sueli Giorgetta - UNITAR - ONU
Instituto de Treinamento e Pesquisa da Organização das Nações Unidas (United Nations Institute
for Training and Research)
“O interesse em fazer a Certificação começou
quando participei da primeira edição do Programa Foccus, da Universidade da Experiência (Uexp) e que hoje
é feito em parceria com a Unindus. Dentro desse programa, a Ilma Barros falou durante uma hora sobre a Investigação
Apreciativa. E só pelo pouco que ela falou eu já me interessei e adorei. Desde então comecei a pesquisar
e estudar com o pouco material que encontrei na internet. Já tive, inclusive, a oportunidade de aplicar o conceito
duas vezes. Uma delas foi no alinhamento de duas equipes, em que utilizei o conceito da apreciação. E outra,
foi para um planejamento estratégico que eu estou aplicando na empresa em que trabalho. Neste planejamento estamos
definindo toda a parte de missão, visão, objetivos e metas da empresa, e para isso tentei usar alguns conceitos
da metodologia. A expectativa é que eu possa continuar aplicando de forma correta. Para minha carreira profissional,
pretendo trabalhar nesta área de planejamento estratégico com enfoque na investigação apreciativa”
Renan Kaminski Damasceno - Diretor de Eventos da Federação das Empresas Juniores do Paraná
“O presidente do Sistema Fiep nos apresentou a metodologia durante um evento feito a pedido
da
ONU. Na oportunidade, com cerca de 250 pessoas participantes, nós
trabalhamos em cima da Investigação Apreciativa, apoiados por uma equipe da Unindus. Esse evento foi repetido
em outros continentes com o mesmo objetivo, mas cada continente definiu a metodologia. E o que temos de avaliação
de nível internacional é que a nossa mesa foi a que produziu os melhores resultados. Já temos em nossa
equipe uma pessoa certificada, e agora fui encaminhada para aprender mais e aumentar a capacitação da nossa
equipe, para que metodologia seja utilizada em outras atividades. A previsão é aplicar a metodologia já
no próximo mês em um trabalho com os conselheiros tentando definir os rumos do processo de gestão do próprio
Conselho. Já tivemos, nestes três dias de Certificação, uma clareza maior de como vamos definir
o protocolo desta ação”
Rosa Maria Nader - Integrante da Secretaria do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social
da Presidência da República
“Nós estamos trabalhando na Copel na construção
de uma rede de agentes ambientais e essa rede tem que estar dotada de algumas competências. A Investigação
Apreciativa está em nosso cardápio de competências para o desenvolvimento de nossos agentes. Estamos tendo
nesta promoção da Unindus, a oportunidade de conseguir este objetivo. A idéia é desenvolver um
pensamento sistêmico e valores humanos de investigação apreciativa em nossos agentes. Além, de
promover diálogos para disseminar estes conceitos. A meta da empresa é ser referencia em sustentabilidade e
governança corporativa, aliando as três dimensões: econômica, ambiental e responsabilidade social.
A Investigação Apreciativa vai ser nosso instrumento, pois ela permite que as pessoas façam parte da
solução. Então viemos aqui para buscar essa competência para podermos usar em nossos trabalhos
internos e externos”.
Robson Guarneri - Analista de Educação Corporativa da Copel