O Centro Internacional de Inovação do Sistema Fiep recebeu na última semana a visita de Elwin Svenson, membro da Universidade da Califórnia (UCLA), de Los Angeles (EUA), instituição de inovação de destaque internacional. O objetivo da visita é dar sequência à parceria acordada recentemente entre Fiep e a UCLA. De acordo com o assessor de Gestão do Conhecimento do Centro de Inovação, Filipe Cassapo, a visita permite a realização de projetos em conjunto, facilitando as transferências internacionais de tecnologias e inovações da UCLA com o Sistema Fiep.
Internacionalização
O primeiro projeto em prática é o GAP (Global Access Program), da Andersen School of Management da UCLA, uma das mais reconhecidas escolas de negócios do mundo. "Nosso objetivo é fazer com que empresas do Paraná que estão em fase de internacionalização participem do GAP, programa que permite a organizações de todo o mundo desenvolver oportunidades de interações de negócios inovadores", explica Cassapo.
Visitas
Svenson e Cassapo já visitaram várias indústrias do Paraná, entre elas a Bematech e K9, de Curitiba, e Oníria, Gelt, Ângelus e Milenia, de Londrina. Svenson também visitou Itaipu e o parque tecnológico de Foz de Iguaçu. "O Centro de Inovação está preocupado em articular os negócios em todo o Estado, e não só a região metropolitana de Curitiba", ressalta Cassapo.
O programa GAP está no décimo terceiro ano e mais de 300 companhias já participaram. "O Centro de Inovação da Fiep está fazendo um grande trabalho e essas visitas estão sendo fundamentais para despertar o interesse nessas indústrias. Esperamos em breve abrigar no nosso programa empresas paranaenses", afirma Svenson.
GAP
De acordo com Svenson, os alunos do MBA da Andersen School of Management da UCLA, são os pesquisadores e os executores do GAP. As empresas que entram no projeto terão suas estratégicas estudadas e reformuladas pelos alunos. "É realizada uma avaliação dos planos da empresa, estratégias do crescimento; estudos de mercado, plano empresarial com projeções financeiras, aplicação de estruturas da gerência e de técnicas avançadas da análise. Tudo para que as recomendações sejam específicas para acelerar o crescimento da companhia e inserção no mercado internacional", afirma.
Svenson explica que estes alunos do MBA são profissionais com larga experiência em funções de negócio, tais como mercado, finanças, e operações. A equipe contribui coletivamente com mais de 2.500 horas a cada companhia para desenvolver um plano empresarial estratégico detalhado e permitir a companhia de transportar-se ao estágio seguinte de seu desenvolvimento incorporado.
"O plano auxilia em ações como lançar um produto novo em um mercado existente, lançar um produto existente em um mercado novo, desenvolver um produto novo para um segmento de mercado específico, lançar propriedade intelectual -patente - em produtos novos e em novos mercados, entre outras", esclarece.
Envie para um amigo